Carnation... vacation!



Se calhar estou a ser um pouco radical!

Não tivesse a revolução das flores "holandesas" sido posta em marcha, e dificilmente estaria a escrever estas palavritas sem pôr em perigo as minhas belas fuças.

Excluindo a liberdade de expressão, resta... ora, portanto, resta!?... ah!? Sim!

Resta o facto de se ter ganho mais um feriado nacional.

Então quando este calha nas vésperas de um fim-de-semana, sabe que nem "ginja".

Mini-férias!!! Aqui vou eu...

… bem haja o 25 de Abril....

Dude falls and almost gets hit by train

And yes the new morron of the year award goes to... HIM!



Há cada cromo mais sortudo!!!

Foi por uma nesga que escapou de uma viagem que poderia ser, um tanto ao quanto, atribulada e, quiçá, .... fatal!

Se fosse por cá, o mais certo era a CP ter que indemnizar o homem pela ausência de um aviso do tipo "Não atravessar, perigo de tropeçar e uma valente troçada levar!"(deixo-vos o desafio de imaginar como seria a imagem que ilustraria este aviso).

Ora, estarão certamente lembrados da reportagem que a TVI apresentou, há uns tempos atrás, sobre o caso de três jovens que foram electrocutados junto à discoteca Lux, após terem subido para os vagões das carruagens e entrado em contacto com as linhas de alta tensão.

O ridículo chegou quando a pergunta "De quem é a responsabilidade?" ficou no ar...

Parece que, para a TVI, a culpa não era dos jovens que na "inocente" galhofa e de livre e espontânea vontade foram parar ao cimo das carruagens, mas sim da Refer por não ter construído uma rede que as impedisse de trepar e andarem, feitos tarzans citadinos, a pendurar-se nos cabos.

Sem querer emitir qualquer juízo (longe de mim criticar esta revolucionária brincadeira!!!), só quero pedir publicamente o dinheiro que ando a dar ao Estado (ou um aumento ao pouco que recebo para pagar as propinas) e é usado no tratamento destes anormais que não sabem divertir-se sem meter os "deditos na tomada"!

Earth Day

Que fantástico dom este de desenvolvermos as mais diversas e criativas formas para destruir o nosso próprio planeta?!



As imagens são elucidativas, mas aproveito para dar a palavra ao Agente Smith (célebre vilão cibernético do filme “The Matrix”):

“I'd like to share a revelation that I've had during my time here. It came to me when I tried to classify your species and I realized that you're not actually mammals. Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment but you humans do not. You move to an area and you multiply and multiply until every natural resource is consumed and the only way you can survive is to spread to another area. There is another organism on this planet that follows the same pattern. Do you know what it is? A virus. Human beings are a disease, a cancer of this planet. You're a plague and we are the cure.”

Talvez seja da maldita evolução!!!

Porém, nada de alarmes e nada de surpresas, ok! Continuemos as nossas vidinhas materialistas de olhos bem fechados perante as atrocidades que a nossa espécie comete…





A heart that's full up like a landfill,
a job that slowly kills you,
bruises that won't heal.
You look so tired-unhappy,
bring down the government,
they don't, they don't speak for us.
I'll take a quiet life,
a handshake of carbon monoxide,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
Silent silent.

This is my final fit,
my final bellyache,

with no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises,
no alarms and no surprises please.

Such a pretty house
and such a pretty garden.

No alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises (get me outta here),
no alarms and no surprises, please.

O génio por trás da câmara.


Sem querer estar a bater sempre na mesma tecla deixo, para quem estiver interessado, uma interpretação curiosa de alguns aspectos do filme 2001: A Space Odissey e a forma subliminar com que Stanley Kubrick tenta interagir com a audiência dos seus filmes.

Chama-se "Meaning of the monolith" e o autor até que não deixa de fazer sentido naquilo que diz:



É um perfeito exemplo de como as obras deste cineasta intencionalmente estimulam a nossa imaginação.

Somente à distância de um clic, alvitro também a sua continuação:

"Meaning of the monolith" part 2.

2001: A Space Odyssey


Em 1964, o realizador Stanley Kubrick iniciou uma colaboração com o escritor Arthur C. Clarke num projecto cinematográfico de ficção científica sobre o Homem e uma misteriosa civilização alienígena.

Clarke sugeriu que eles utilizassem uma curta história sua, designada de “The Sentinel” que conta as crónicas de uma expedição espacial que descobre um objecto enterrado na Lua.

Kubrick focou-se, então, quase que exclusivamente na produção do filme, enquanto que Clarke ia escrevendo o romance, que foi publicado 3 meses depois da estreia da película.

2001: A Space Odyssey não foi, nem de longe nem de perto, um filme querido quando o vi pela primeira vez. Afinal de contas apenas tinha 10 anos.


Como se já não bastasse o problema de ter que estar acordado cerca de 144 minutos, a ausência de diálogo durante grande parte do filme também não ajudou.

E, com o aproximar do fim, é que a porca torceu o rabo, pois se até esse momento pouco ou nada tinha percebido do enredo, ainda mais abananado fiquei com o seu desfecho. Se eu o tivesse visto antes de dormir, o mais certo era ter adormecido logo nos primeiros minutos. Mesmo assim, perante a minha tenra idade, posso considerar-me um resistente.

Agora, com mais alguns aninhos em cima do pêlo e a mente ligeiramente menos precoce, decidi dar uma vista de olhos à versão de alta definição que me veio parar às mãos (maravilhas logísticas que o emule gentilmente insiste em me ceder).


O que posso dizer é que o filme arrasou comigo (no bom sentido), deixando-me paralisado sem saber exactamente o que pensar.

Após uma profunda reflexão, digo-o sem qualquer ambiguidade:

A história deste filme é provavelmente o melhor conto sobre ficção científica alguma vez transposto para o grande ecrã. Ela envolve uma raça alienígena que, enquanto explora a galáxia, aplica monólitos negros que “activam” a inteligência em seres vivos, nomeadamente nos nossos ancestrais.

Nem mesmo os escassos 40 minutos de diálogo ouvidos durante todo o filme me fizeram confusão desta vez. O uso das agora instantaneamente identificáveis peças orquestrais produzidas por Richard Strauss (”Also Sprach Zarathusta”) e Johann Strauss (”The Blue Danube”), utilizadas por Kubrick para contarem a história, fazem o que dificilmente qualquer diálogo poderia fazer. Tornam esta película numa formidável obra de poesia cinematográfica.

2001 estimulou a minha imaginação de um modo que a maioria do filmes de ficção científica apenas podem sonhar. A inspiração de Kubrick criou uma poderosa, influente e singular obra visionária do universo que não se cinge a um mero local para batalhas espaciais entre humanos e seres extraterrestres. É também um espaço de uma vastidão mística, um enigma infinito por desvendar.

Não consigo compreender por isso, como é que algumas mentes o classificam de medíocre, chato, incomodativo ou, possivelmente, a três ao mesmo tempo.

Bem sei que maioria dos filmes não são feitos para “cabecinhas pensadoras”. O típico filme deve ter como premissa o único intuito de facultar o relaxamento e, ocasionalmente, provocar entretenimento.

Acredito, por isso, que 2001 seja um desafio intelectual, particularmente para as pessoas que durante o seu período escolar adormeceram nas aulas de ciência ou de história.

Tanto ao filme como ao livro é-lhes muitas vezes atribuída uma artística categoria que certas pessoas apelidam de “Hard science-fiction”, que eu, no gozo, gosto de traduzir para “ficção científica que nos faz pensar”. Não me admiraria nada que, um dias destes, essas pessoas fossem confrontadas com um dos tais monólitos à porta de suas casas.

Hard science-fiction é o género de filmes que invocam tecnologias mais plausíveis e cientificamente viáveis, enquanto que a maioria dos comuns trabalhos de ficção preferem ser um tanto ao quanto fantasistas e irrealizáveis. Quais telenovelas espaciais, quais quê!?

Infelizmente, 2001 é o único da espécie a atingir o sucesso.

Fica portanto o aviso:

Este filme não é para ser visto por pessoas que sofram de celulite cerebral ou mesmo para criancinhas.

2001 é, e continuará a ser, um dos filmes visualmente mais espectaculares alguma vez feitos.

Todo ele foi extraordinariamente bem realizado, com um ritmo bem construído, criando não só um imaginário fenomenal mas também, para aquele ano de 1968, uma incrível conquista.

Os grandes cenários, a utilização de métodos de projecção inovadores e a decisão de consultar cientistas, bem como o manuseamento de tecnologias espaciais resultaram numa produção com um significado histórico.

Ficou-me também na retina a magnífica amostra de tecnologias futuristas que foram apresentadas. A vídeo-chamada vista no filme era, na realidade, um sistema operacional. Apesar de bastante mais largo que os nossos telemóveis actuais, só passados 40 anos é que esta tecnologia começou a ser utilizada vulgarmente (nas salas cinema e de aulas nem se fala). É, portanto, interessante verificar o lançamento de uma peça de hardware futurista por Stanley Kubrick neste filme. Para além de um génio, foi de igual forma um pioneiro na propaganda da vanguarda tecnológica.

A minha maior desilusão é assistir, embora o turismo espacial esteja cada vez mais na moda, à decisão das maiores potências mundiais em emagrecer o orçamento da exploração espacial e dedicar uma excessiva quantia de recursos e energia na produção e procura de armas de destruição maciça.

Falha-se na eliminação da pobreza mundial, nas injustiças sociais, na aposta em energias renováveis, ou seja, nas coisas verdadeiramente importantes.

A exploração e a prospecção espacial não são apenas uma opção, são o nosso futuro. Desde os seus primórdios que a vida neste planeta nunca parou de evoluir, nem nunca receou por desvendar o que haveria para além do horizonte.

Quem durante a sua infância nunca imaginou ser astronauta?

Nós não sobreviveremos por muito tempo, se decidirmos parar e esperar pelo que o futuro nos reserva. Basta observar o gigantesco fosso em que a crise petrolífera nos está a enterrar.

Ao avançarmos, nós estaremos a participar na construção do nosso próprio futuro, ao invés de apenas esperar que a extinção acabe com a nossa história. Esta é, na minha opinião, a grande essência de 2001: A Space Odyssey.

Assim sendo, aconselho o visionamento desta obra-prima da 7ª arte (como a leitura do livro) pelo menos uma vez na vida, desde que se cumpram os requisitos mínimos salientados acima a negrito.

Senão o mais certo, apesar desta lengalenga toda, é virarem-se para mim e parafraseando as palavras de Hal (o computador munido de inteligência artificial do filme) dizerem:




“I am sorry Pepezito, but I am afraid I can’t do that”.

Cause you have a bad day...


...pronto, não foi assim tão mau pois até ganhei o jogo!

No entanto nem tudo são rosas, e como alguém tem de assumir o protagonismo de “bombo da festa”, desta vez calhou-me a mim sentir na pele como é ser o alvo das atenções.

E… pumba… em apenas um milésimo de segundo todo o meu corpanzil, por falta de atrito de umas chuteiras, teve a possibilidade de ser projectado no ar, e, no instante imediato, lamber sofregamente o piso cimentado que mais parecia ser de betão armado, tamanha foi a dor que me pregou.

No entanto, o mais interessante é verificar como o companheirismo dos amigos pode, em situações problemáticas, ser imensamente confortável e altruísta.

Ora, independentemente da violência da queda e da grande probabilidade de se ter sofrido uma luxação, o certo é que, nas mediações do incidente, se encontra sempre uma mente sádica e distorcida que se desvia um pouco dos padrões da normalidade.

Comandada pelos instintos mais primitivos, dificilmente resiste em lançar uma bestificada risada, cujo objectivo primordial é o de infligir sobre a vítima a mais pura das humilhações.

Não que eu a pudesse ouvir pois face à colisão encontrava-me no limiar da consciência. No entanto, porque esta é uma situação recorrente entre Stannares, e embora eu me encontrasse num estado profundamente desnorteado (quase comatoso), foi-me possível enxergar pela vivacidade dos gestos obrados, que o cerimonial vexatório tinha iniciado.

Devo dizer que, apesar da sua simplicidade, este é tremendamente eficaz. A um brutal escancarar da boca, ao ponto de se poder observar a olho nu o vibrar da úvula, associa-se um estender de braços que apontam o dedo, como se o estrondo provocado pelo impacto de um corpo desgovernado contra o chão, à mercê das forças da gravidade, não fosse por si só suficientemente chamativo.

O que vale, e por mais incrível que possa parecer, é que nenhuma lesão grave brotou deste espalhafatoso impacto e aos poucos, ainda que a cambalear, lá fui recuperando a orientação.

Finalizo à boa maneira do Império (ao qual dedico esta crónica), mestre nestas coisas do Youtube, com um vídeo que é um autêntico hino às adversidades que surgem quando menos estamos à espera.




Gostei em particular daquele cena em que a câmara está atrás da tabela de basquetebol. Nunca na vida a mascote afundaria aquela! Ao menos, que o leve toque do calcanhar no aro do cesto lhe tenha servido de consolo....

All aboard…

... we will provide you the Japanese efficiency...



... also known as a mecca for suicidebombers!!!

Fico com a leve sensação, que nem uma mosca lá caberia... quais sardinhas enlatadas, quais quê!?

Imaginem-se agora, que se encontram no meio do comboio e, supostamente, têm que sair na próxima estação...

Ensaio sobre a cegueira

Ora o sol raia

ora a chuva cai

e assim, a um ritmo alucinante e dilacerante correm os nossos dias.

Quem mais azeda com esta instável intempérie é meu estado de espírito.

Por isso, não há alegria naquilo que escrevo... eu sei!


Digo
:

É contra a alegria pois escrevo as palavras que prolongam a ausência.

Escrevo para continuar a morrer, para não acabar de morrer… eis a eternidade… a da voz que me usa e se distancia de mim…

Nada percebo do que escrevo… sou o sítio de uma voz que me exclui.

Pergunto-me:

Como saberão os cegos da morte… se não vêem desaparecer as paredes da casa, os retratos dos amigos? Em que outro escuro se tornará a sua escuridão?

Talvez só ouçam a distância a formar-se absoluta nos sons que desaparecem…




Tell me how you seek your man
And tell me all your secret spells
Tell me how you learn
To tell by his voice that he fell

I know a ghost will walk through the wall
Yet I am just a man still learning how to fall

Try to re-imagine me
And I’ll re-invent myself
Still I remember scenes
Of when you looked at someone else

I know a ghost can walk through the wall
Yet I am just a man still learning how to fall

If you start doubting me
Then I start to doubt myself
And never look through me
Cause I’ll keep close to myself

I know a ghost can walk through the wall
Yet I am just a man still learning how to fall

I am what I am
And what I am is who I am
I know what I know
And all I know is that I fell
If only I could walk through the wall
Then maybe I would tell you who I was
Yet I am just a man still learning how to fall
Yet I am just a man still learning how to fall

Arthur C. Clarke

Kurt Cobain 1967-1994

Como é que é possível?

Já não bastava ter falhado o concerto dos Portishead a semana passada, no Coliseu do Porto, e agora esta!!!!

Não fosse a Lilicat (o que seria de mim sem ti) lembrar-me que ontem fez 14 anos (fod*-**, como o tempo passa) que Kurt Kobain faleceu, e nada sobre o assunto seria mencionado neste blogue…

Kurt, Krist e David formaram a banda que marcou uma geração de aficionados pelo Punk Rock e, foram de tal modo emblemáticos e singulares, que se tornaram ícones de um novo estilo musical.

O famigerado Grunge.

Devo-lhes a minha forma livre e irreverente de pensar e agir, bem como algumas nódoas negras, tantos foram os momentos a "mochar" ao som da sua música.

Que saudades desses tempos!!! Marijuanáaaaaaaaaa...



Este trio de génios musicais teria, certamente, muio mais para mostrar. Mas, ainda que curto, o seu reportório será eternamente relembrado...



Despeço-me com nostalgia, ao som de uma música que tanto gosto e que há algum tempo não ouvia...



... e porque não, também com um dos momentos altos daquele que ainda contínua a ser o melhor documentário sobre esta banda, "Nirvana Live! Tonight! Sold Out!!":



A ver vamos se este ano haverá novidades...

Elephant Paints Self Portrait



Só com muito treino é que eu atingiria o nível artístico revelado... e mesmo assim, não sei…

Já tinha visto elefantes a executarem diversas proezas, inclusivamente, a dar uns toques de bola. Curiosamente (apesar de não ser uma tarefa propriamente complicada), bem melhor que muitos “tamancos” oxigenados que por aí andam a armarem-se em presumíveis vedetas futebolísticas.

Filhos de um Deus Maior, dizem-se eles... que, quando confrontados com as vulgares questões lançadas pelos repórteres, passam grande parte do tempo a coçar ironicamente as "trombas", ou, em dias de enorme inspiração, lá conseguem com muito custo articular as duas ou três palavritas que aprenderam a soletrar durante toda a semana.

Mas este vídeo é verdadeiramente espantoso! Triste é descobrir que os elefantes são uma espécie considerada em vias de extinção, pois encontram-se ameaçados pela caça ilegal e perda de seu habitat.

Para as "bestas humanas" que consideram os restantes animais formas de vida inferiores, ponham bem os olhinhos nas idoneidades deste gigante herbívoro, que não pára de nos surpreender e maravilhar com os seus feitos!!!

Pode ser até que aprendam alguma coisita… nem que seja na área do negócio, pois foi através da venda destas pinturas que estes nossos amigos asseguraram a continuidade do seu refúgio protector.

Porque o herói deste filme é um elefante, a sugestão cinematográfica desta semana recaí justamente sobre o filme "HORTON E O MUNDO DOS QUEM", para quem quiser dar uma escapadinha ao cinema:

So let's look to the trailer:


Para pôr um ponto final...

... na "historieta" da aluna da Carolina Michaelis!

Isto sim, é violência na sala de aula... só mesmo na China! Pois que outro lugar no mundo tem, para aí, no mínimo, 200 alunos por cada turma.
Falta só saber a causa do tumulto? Terá o professor retirado o Tamagotchi a alguém?

E, porque hoje é o dia das mentiras, que tal evocar as mais célebres. Seja da boca de uma pessoa amiga, de um desconhecido, vista na televisão, ou num simples catálogo, quem já não experienciou, pelo menos, uma destas:

1-Não nos procure, nós o procuraremos.
2- Eu depois ligo-te!
3- Por acaso, acho que estás mais magra!
4- Descansa que vai dar tudo certo!
5- O seu carro estará pronto na sexta feira. Sem falta!
6- Só bebo em ocasiões especiais.
7- Não vou contar nada a ninguém!
8- Não é uma questão de dinheiro, mas sim de princípios.
9- Não temos nada um com o outro. Somos apenas bons amigos.
10- Estás cada vez mais jovem
11- Obrigada pelo presente, era exactamente o que eu estava à procura
12- Esta peça de roupa não encolhe!
13- Este vestido é a sua cara!
14- Isto nunca me tinha acontecido...
15- Isto dói-me mais a mim do que a ti.
16- O dinheiro não traz felicidade
17- Foste sempre o (a) único (a).
18- Ainda bem que já refizeste a tua vida. Fico feliz por ti!
19- O que importa realmente é a amizade
20- Juro que não sabia de nada!
21- Eu não contei nada.
22- Liguei, mas não estava ninguém/ Liguei e disparou logo o voice mail.
23- Nunca te traí
24- Nunca olhei para homem nenhum sem seres tu
25- Eu tive um caso com ele, mas sempre te amei
26- Eu nunca chorei por ninguém
27- Eu quero é que ele me largue da mão
28- Emagreci 2 quilos
29- Para a próxima pago eu!
30- Adoro a mãe do meu namorado!
31- Eu nunca disse nenhuma destas mentiras!

... e, a mais habilidosa de todas (pelo menos para os Stannares)

32- Eu no Domingo vou jogar à bola. Vou, vou! Voooooooooooooou...