
"Quanto àquelas mulheres pelas quais vocês temem a deslealdade e mau comportamento, advirtam-nas (primeiro), (a seguir) recusem partilhar a cama com elas, (e por fim) batam-lhes (levemente)"
Corão 4:34
Segundo Mohamed Al Arifi, um clérigo saudita que explicou a três jovens na televisão libanesa sobre como educar uma mulher: "Os homens batem nas mulheres com mais frequência que as mulheres aos homens".
Disse-o sem antes acrescentar, que a violência deve ser a última opção, mas se necessária, o melhor é "fazê-lo em lugares onde não cause nenhum dano" nem deixe marcas.
Para Al Arifi, a violência conjugal serve, sobretudo, para "disciplinar". “Se, às vezes, as mulheres usam as suas lágrimas para disciplinar os seus maridos, por seu turno, os homens devem utilizar a violência física como forma de controlar as intenções delas.”
O clérigo saudita assegura que o objectivo primordial de bater numa mulher é "para lhe mostrar que ela foi demasiado longe".
"Bem, mas como fazê-lo?", porfia o religioso, antes de explicar este pormenor subtil: "Bater na cara é proibido."
E insiste, pois argumentos é coisa que não lhe falta: "Numa mulher, a pancada deve ser suave, sem lhe afectar o rosto."
Para quem não acredita, aqui fica a prova didáctica onde são ensinadas minuciosamente todas estas regras e normas “legais” (afinal de contas, ninguém pode negar uma prática que é permitida pelo criador do homem!!!), bem como o tipo de utensílios que deverão ser usados:
A polémica está lançada e de todos os cantos do mundo chovem críticas...
"Em algumas culturas as mulheres não são avessas a apanhar. Elas consideram as surras uma expressão de masculinidade. Um tipo de controle que elas mesmo desejam..."




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