Chairlift - Something

SOPA & PIPA



O que é SOPA e o que pode mudar?

A sigla SOPA (Stop Online Piracy Act) significa Lei de Combate à Pirataria Online. Basicamente, esse projeto de lei expande os meios legais para que os detentores dos direitos autorais possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos pirateados. Se aprovado, os detentores de propriedade intelectual terão o direito de bloquear indiscriminadamente o conteúdo da web. A Internet livre, como conhecemos hoje, estaria ameaçada.

O projeto será votado em fevereiro pelo Congresso norte-americano e, de acordo com o texto, o SOPA poderá afetar sites do mundo todo. Companhias prestadoras de serviço de acesso à Internet poderão, inclusive, ser indiciadas caso permitam o acesso a conteúdo que infrinja as leis de propriedade intelectual. Da mesma forma, sites de buscas, assim como Google e Bing, seriam obrigados a censurar páginas do tipo.

Um segundo projeto de lei, que também circula no Congresso dos Estados Unidos, é igualmente preocupante. Trata-se do Protect IP, também conhecido como PIPA. A medida, assim como o SOPA, tem a função de combater a pirataria, inclusive atacando sites hospedados fora do território norte-americano.

Alguns dos sites mais acessados na Internet ameaçaram tirar suas páginas do ar temporariamente, um protesto que tem sido chamado de blackout. A Casa Branca e grandes organizações como Google, Mozilla, AOL, LinkedIn, Facebook, Twitter e Zynga devem aderir ao manifesto.

Cobra Cat

Cobra CAT - "The Original"



Don't Mess With Jedi Cat aka Cobra Cat Version



Angry Cobra Cat Dubstep Version



Cobra Cat vs The OMG Cat Remix

Balancing Dog

Wise Words

Golden Globes 2012 - Ricky Gervais Opening Monologue



Insólito efeito mediático: nos mais diversos meios de comunicação (p.ex.: revista People), a performance de Ricky Gervais como apresentador da 69ª edição dos Globos de Ouro foi tida como uma "cedência", incapaz de repetir as "insolências" do ano passado. Dito de outro modo: para muito boa gente, Gervais deveria ter insultado mais os seus semelhantes, em especial os que estavam na sala...

Há qualquer coisa de pueril em tudo isto, qualquer coisa que ignora (ou finge ignorar) que o regresso do apresentador inglês decorreu, acima de tudo, da tentativa de garantir boas audiências televisivas, ancoradas na expectativa de repetição do "escândalo" do ano passado.
Qual escândalo? Eis o que importa perguntar. De facto, vivemos sob o jugo de um imaginário jornalístico (?) que só sabe valorizar as "agitações" e "polémicas" de todos os géneros. Veja-se no futebol: qualquer treinador que, com ou sem razão, ataque os "árbitros" tem garantidos vários dias de manchetes. Depois, passa-se à frente... Em boa verdade, Gervais não foi "melhor" nem "pior" que o ano passado. Limitou-se a cumprir uma tarefa profissional de repetição, desta vez com a limitação inevitável de já não poder gerar um genuíno efeito de surpresa.

Logo na introdução, Gervais definiu assim a cerimónia: "Os Globos de Ouro estão para os Oscars como Kim Kardashian está para Kate Middleton, apenas fazem mais barulho, são mais rascas e compram-se com mais facilidade." Para os vigilantes dos maus costumes, não bastou — tivesse ele cuspido em alguém ou alguma coisa e seria consagrado como um enfant terrible do espectáculo.

Tristes dias. E Gervais não tem culpa.


Mulher com duas vaginas diz que perdeu virgindade duas vezes

Um britânica, de 27 anos, tem duas vaginas, uma ao lado da outra, e diz que perdeu a virgindade duas vezes. A revelação foi feita numa entrevista ao canal ITV1.



Hezel Jones sofre de uma má formação e tem tudo a dobrar no seu sistema reprodutor. Além das duas vaginas tem dois úteros e dois colos do útero.

A revelação que está agitar a Imprensa mundial foi feita durante uma entrevista ao canal ITV1. Hazel disse já ter perdido a virgindade duas vezes, que é sempre menstruada duas vezes e que quando vai ao ginecologista tem que fazer exames nas duas vaginas.

O problema só foi detectado ao 18 anos quando a britânica iniciou a vida sexual. Dá pelo nome de "uterus didelphys" e segundo os médicos não traz grandes problemas de saúde.

Hazel afirma que sempre lidou bem com a situação e que fala abertamente do problema com os amigos e conhecidos. Diz, inclusive, que até brinca com a situação: "A maioria dos homens têm direito a uma vagina, o meu namorado tem direito a duas".

Além disto, a britânica já posou para uma revista pornográfica britânica e é presença assídua em clubes de sexo, na companhia do seu namorado.

A "uterus didelphys" representa uma má formação do sistema reprodutor feminino. O mais comum é a mulher nascer com dois úteros mas também pode acontecer como no caso de Hazel, que tem duas vaginas.

Este problema é responsável, muitas das vezes, pelo nascimento de bebés da mesma mãe mas em alturas distintas, ou de pais diferentes.

Cat tongue sleeping

Best Fails of 2011



Best Fails of 2010

Cats Scream Yawns

Son Lux - We Are Rising


Ainda vamos a tempo. Perante a multidão de discos que todas as semanas chegam aos escaparates (os físicos e os digitais) não é fácil dar conta do recado e, com frequência, há títulos que nos passam ao lado. Não tendo dado por ele na hora certa, a verdade é que a descoberta do segundo álbum de Son Lux ainda chegou a tempo de o inscrever entre os acontecimentos maiores de 2011. Porque o é, de facto, representando uma continuação directa de esforços de abertura de horizontes que álbuns com The Age of Adz de Sufjan Stevens ou He Poos Clouds de Owen Pallett (então sob a designação Final Fantasy) tão bem ousaram ensaiar. Son Lux é o nome pelo qual responde Ryan Lott, um jovem compositor norte-americano que resolveu responder a um desafio lançado pela NPR (ou seja, a National Public Radio) que pedia que, do nada, um álbum inteiro fosse criado no espaço de apenas 28 dias (aqueles que este ano contou o mês de Fevereiro). Assim nasceu We Are Rising, que levou bem mais adiante as visões que o próprio antes experimentara no álbum de estreia At War With Walls and Mazes, de 2008 e continuado no EP Weapons, editado no ano passado. O disco é uma aventura que transcende as noções de género e fronteira, experimentando cenografias elaboradas e linhas complexas sem contudo perder de vista a ideia da canção. As electrónicas são aqui elemento estruturalmente marcante, a presença de outros instrumentos (bem para lá do bouquet habitual em terreno não orquestral) amplificando os contrastes e acrescentando cores a uma música que cativa e (também ela) desafia. We Are Rising é daqueles raros discos que, chegados ao fim, nos compelem a regressar à casa partida para que a viagem não termine. É uma experiência rica em acontecimentos, as muitas formas convocadas acabando bem arrumadas pelas mãos do compositor e colaboradores que ao disco chamou, com Flickers, o tema que abre o alinhamento, a deixar bem claro (e sem nos enganar) o caminho que temos pela frente. Reconhece-se um interesse pela estrutura da canção, mas também uma visão que procura mais além, afinidades podendo ser apontadas com alguma música do nosso tempo, nomeadamente a de um Nico Muhly. Se Messiaen tivesse vinte e tal anos e fizesse um disco pop poderia ser este o seu som. É bom saber que há desafios assim.

Son Lux - Rising by Son Lux


Cinema 2011