Where the Hell is Matt?


Há "shibóines" sortudos!

Portugal Rules!!!

The Great Office War

Witness the biggest and greatest office confrontation EVER!!!



Censor Bar Art




Alguém me sabe dizer onde posso arranjar a versão não censurada!!!

Perdemos em campo...

... mas fora dele, fomos imparáveis!!!







Todos contra o tabagismo

Se porventura é fumador, tenha a amabilidade de clicar na imagem para que a possa visionar em toda a sua plenitude chocante, mas ao mesmo tempo, bastante real!!!


Dá que pensar, não dá!

São imagens explicitas da gravidade dos efeitos nefastos que tabagismo aporta para a nossa saúde e, que fazem parte, de uma nova campanha publicitária que o ministério da saúde brasileiro pretende impor nos maços de tabaco.

Fica o conselho: É URGENTE VIVER, É URGENTE PARAR DE FUMAR!!!

A love desolation

In all the world, there are books and books of laws. But in all this world, there really is only one Lord. We need never ask:"Lord, what should I do?", because the Lord has told us what to do. "Love one another." That, my friends, is the one true law. Love is God in action.



The search for true love begins outside the box


A solidão, ao contrário do que se possa pensar, não se restringe apenas à simplificadora condição de alguém que se encontra só. Corresponde a um estado bem mais complexo… por mais estranho que possa parecer, mesmo rodeados por pessoas podemo-nos sentir sós… por mais que olhemos para todos os lados não vislumbramos ninguém...


Agora que termino de ver Lars and the Real Girl, digo-o com toda a justiça que este é um dos filmes mais apaixonantes de 2007 pela forma original e honesta como retrata os meandros das relações humanas. Ryan Goslings prova, mais uma vez, que é um dos maiores talentos da sua geração.


O filme gira em torno da solidão de Lars, do seu fracasso na ligação com os outros e do facto de ter que encarar o mundo com o rótulo de “anormal” tornando-se um símbolo de piedade.


Reconheço que a relação entre um homem e uma “blowup doll” pode, à partida, torcer uns quantos narizes… no entanto, não se deixem atraiçoar pelas aparências… aqui a leviandade e devassidão não marcam passo … na demanda pela “cura”, a solidão e a angustia mental falam mais alto... a boneca pode não ser real mas o amor que Lars sente por ela é… puro e inócuo atalho interlocutor…


Na realidade, Lars and the Real Girl é uma viagem à procura da normalidade. À medida que Bianca se torna mais humana, paralelamente Lars torna-se mais normal.
Basicamente, ele necessita de alguém com quem possa falar e não lhe responda de uma forma que não gosta ou que não tenha pena por ser como é.


Numa altura em que se venera e se canoniza a utilização dos efeitos especiais como item indispensável na realização de um filme, acredito que este filme, por ignorar esta fórmula máxima de entretenimento, poderá repelir muita gente. Fosse Bianca concebida digitalmente, provavelmente por algum estúdio de anime japonês (leia-se: hentai), e estou certo que a história de sucesso nas bilheteiras seria outra…


No entanto, para aqueles que cuja pirotecnia tecnológica não enche o olho e, acima de tudo, procuram uma história cativante e meritória do seu precioso tempo, então, podem crer que este filme não desencadeará nenhuma amarga desilusão…


É uma história de abertura bem como da importância em permitir o que, à primeira vista, depreciativamente se pensa ser inaceitável e diferente, na verdade, pode ser completamente aceitável.


O filme consegue despontar essa cada vez mais rara competência de nos envolver no seu enredo e fazer-nos acreditar que a bondade e compreensão Humana (ainda que faltem milhares de anos de evolução para que o Homem atinja o nível ficcionado) existem, transformando os nossos ideais.


Impele de forma corajosa uma mensagem incrivelmente positiva e baluarte sobre a capacidade de uma comunidade em curar uma “alma” agitada através da aceitação e compaixão.


Porque abomino a solidão (como seres bio-psico-socio-culturais existirá sentimento humano mais desafortunado?) recomendo-o a todas as pessoas, em particular, aquelas que tão sós se sentem…


… e, quase que de forma incontornável, não terminava sem antes “jacular” para as bocas do mundo virtual a seguinte contenda:


Numa sociedade cada vez mais fechada entre si, até que ponto a popularidade da blogosfera não será sinónimo de um crescente isolamento social? Facto ou perfeito disparate!?



L-O-V-E - Nat King Cole

Portishead - "The Rip"

10 anos... 10 anos ecoam o som da eternidade...

Mas a demora valeu bem a penosa pena… basta ouvir este primor sonoro, um dos vários existentes neste mais recente trabalho… tenso, sombrio e repleto de estilo... outra coisa não seria de esperar...



As she walks in the room
Scented and tall
Hesitating once more
And as I take on myself
And the bitterness I felt
I realise that love flows

Wild, white horses
They will take me away
And the tenderness I feel
Will send the dark underneath
Will I follow?

Through the glory of life
I will scatter on the floor
Disappointed and sore
And in my thoughts I have bled
For the riddles I've been fed
Another lie moves over

A vontade que sinto...

... quando nem tempo me resta para "blogar" é de partir tudo em meu redor e, assim, de uma vez por todas, me libertar da escravidão laboral...






Uma semana para esquecer e só agora vai a meio!!! O cansaço é tal, que nem vontade tenho para ver um filmezeco nos meus aposentos e me distrair um pouco desta senda fastidiosa... pode ser que consiga, ainda que de olhos semicerrados, enxergar esta curta metragem:






Votos de um bom resto de semana a todos… afinal de contas, a vida é demasiado curta para se resumir só a trabalho e dinheiro... até que não é difícil criticar a sobrevalorização do dinheiro... o problema está em pôr em prática esta filosofia... Mas, seguindo em frente, ao menos que chegado o tão desejoso fim-de-semana a nossa selecção nos dê alguma alegria… o país bem que agradece....

PS.: Já agora, aceitam-se palpites para o jogo de estreia de Portugal contra a Turquia.

Os especuladores adivinham hoje o dia de amanhã...


Se assim for, nada me impede de dizer em alto e bom som... estamos todos FODIDOS!!!!




Mas então, inocentemente pergunto eu ao mundo:

De quem a culpa??? Existirão soluções para resolver esta crise? Porquê um aumento tão repentino e sistemático do preço dos combustíveis???




Os dados (que serão, mais cedo ou mais tarde alterados num piscar de olhos) não enganam, e se ninguém põe termo a esta situação, o mais certo é ver a gasolina atingir nos próximos dias o impensável e astronómico valor dos 2 euros:

... e o gasóleo, sem querer ficar muito atrás (até parecia mal) ultrapassar a barreira dos 1,5 euros:

Por isso, não se acanhem… que se faça luz nessas mentes prodigiosas, pois certamente não serei o único a conviver com estas dúvidas.

Insecta

"You swat at a fly, step on an ant, squash a cockroach, you don't think much of it. In fact, killing a bug gives you a sense of accomplishment. Fucking ant was ruining your picnic, cockroach was crawling through your kitchen cabinets. You put an end to their disgusting, miserable little lives and make a better world for everyone. Only, for every one you kill, more appear. Bigger, uglier, meaner than before."

Augustus Hill – Oz

The Fascinating, Frightening World of Insects


Kitchen Sink - Amon Tobin

"Ai qui Susto!!!"

Dois filmes que, presumivelmente, justificarão o preço exorbitante dos mais de 5 euritos que, em dias de inconstantes especulações bolsistas, um bilhete de cinema anda cotado (em tempos de crise não há tostão do qual a gente deva abrir a mão).

No entanto, como não é todos os dias que surge a oportunidade de, no grande ecrã, assistir a um filme de suspence ocidental que consiga pregar uns quantos contorcidos sustos ou, no mínimo, evite umas sonolentas bocejadas, creio que estes dois, pelo que vi, merecem bem o sacrificante risco monetário.

Tudo indica que sim, mas... o melhor mesmo é lembrar o velho e sábio lema (fala a voz da experiência que acaba de ver o novo, e esperemos que último, Indiana Jones), que evoca a contenção de expectativas, ou não fossem estas o inimigo número um do visionamento de um filme.

Acreditem… quanto menor forem as expectativas, melhores serão as impressões com que ficarão, independentemente se o filme é bom ou mau… salvo, é claro, raras excepções…

… como é, infelizmente para a minha carteira, o desconsolado caso (sem querer estar a bater no ceguinho ou a afrontar legiões de fãs) do novo capítulo do professor de arqueologia mais célebre do universo cinematográfico, que verdade seja dita, mais parece um confuso e ínfimo pesadelo… não que os anteriores três sejam obras perfeitas e evitem uns quantos exageros… mas este último testa os limites do utópico, já para não falar do ridículo… Conseguem imaginar maiores desafios dos que sobreviver a uma bomba atómica, a três consecutivas Cataratas do Niágara, ou a colónias de formigas devoradoras de homens… e mais não digo…

Resgatando o tema primário desta crónica, tanto que se faz tarde, comecemos por falar de “The Strangers” filme de estreia de Bryan Bertino que conta a história de um casal que após a cerimónia de casamento decide passar a noite de núpcias numa casa isolada… cedo irão perceber que não se encontram tão sós quanto julgavam…


Hummmm!!!! Lá que promete, isso promete… falta só saber quando chega ao nosso país… esperemos que a via internet (leia-se emule) não seja a primeira a chegar às “mãos”, senão o mais certo é ficar por casa…

A segunda proposta recai sobre o novo filme do mestre M. Night Shyamalan, perito contemporâneo no género mistério/suspence, que após o desastroso e embriagado resultado de Lady in The Water, parece querer redimir-se com este seu mais recente trabalho intitulado de The Happenning. Um thriller sobre uma família em fuga de uma crise natural que apresenta uma grande ameaça para a humanidade…





Se a estes juntarmos os "blockbusters": You Don't Mess with the Zohan, Kung Fu Panda, WALL•E, Hancock, Hellboy II: The Golden Army, The Dark Knight e Tropic Thunder, facilmente se depreende que estamos perante um dos Verões mais animados dos últimos anos…

Houvesse um "The Return of Turkish Rambo" e atingir-se-ia a perfeição...

Turkish Rambo

A paixão que nutro pela 7ª arte é sobejamente conhecida e notória na orbe deste blogue, basta reparar no histórico das crónicas.

No entanto, nenhum filme anteriormente analisado me deixou tão pasmado e atónito como este “Turkish Rambo”.

Trata-se de um festival de brutalidade sem paralelo, uma obra-prima no género de acção que raras vezes atinge tão nobre estatuto.

Aquela que para mim, seguramente mais se aproxima da perfeição, não só pelo seu enredo palpitante e comovente (o volte-face final é simplesmente divinal, uma eficiente lufada de ar fresco), mas também pelas talentosas interpretações, efeitos especiais revolucionários, já para não falar do argumento que apesar de elementar, nos incumbe uma história sólida e cerebral.

As cenas de acção são um autêntico regalo para os olhos, que embora apresentem um nível de violência acima da média, não deixam de transparecer elementos significantes e maiores como são os valores éticos e morais.

A fórmula, outrora vista em filmes de Sylvester Stallone, não é propriamente original. Ainda assim, é de salientar a forma majestosa e clássica com que o realizador filma a luta do protagonista (munido apenas com uma bazzoka) contra a opressão e a injustiça humana e a mistura com uma banda sonora eloquente e perfeitamente sincronizada.

Mas palavras para quê quando se tem para mostrar um excerto do filme. Não percam pitada, pois infelizmente, já não se fazem filmes assim:




If you're a bad guy in Turkey you better pray that you never meet Turkish Rambo. That is a nightmare I wouldn't want to live through…